domingo, 3 de julho de 2011

Amor em Ruínas - A Oração


Continuação de Quarta-feira passada
Lizzy, ao tentar ir atrás de sua avó,  Sr Stafford tomou-a em seus braços... ‘Vem aqui minha querida, a vovó tem que falar com a sua mãe.’
‘O papai está triste...’ Lizzy disse preocupada.
‘Oh meu amor, seus pais estão tentando resolver as coisas. Não se preocupe, Deus vai fazer com que tudo dê certo’.
‘Deus está triste com a gente?’
‘Não, de maneira nenhuma. Não é Deus que está fazendo isso minha querida, Ele quer nos ajudar, mas precisamos confiar Nele.’ Seu avô a abraçou bem apertado. ‘Vamos orar por eles agora, feche os olhos e peça ajuda a Deus.’
Lizzy começou a orar. ‘Deus, por favor ajude a minha família... faz o meu papai ficar feliz e a minha mamãe voltar... em Nome de Jesus, Amen.’
‘Muito bem meu amorzinho, agora você precisa acreditar no que você pediu a Deus e você sabe como fazer isso?’
‘Eu tenho que confiar?’
‘Isso mesmo, que menininha esperta!’
‘Como eu confio vovô?’
‘Confiar é saber que tudo vai dar certo, mesmo quando tudo parece estar indo mal’.
‘Eu acho que consigo fazer isso!’
‘Sim, nós dois vamos fazer isso à partir de agora.’ Eles sorriram um para o outro.
Dona Stafford abriu cuidadosamente a porta do quarto de Lizzy e quando viu Lynn chorando, ajoelhada ao lado da cama da Lizzy, seu coração se derreteu.  Finalmente ela pôde ver Lynn do jeito que Deus via todos esses anos. Enquanto ela a julgava tanto por ser uma esposa terrível, uma nora ingrata, uma péssima mãe e a pior dona de casa, Deus entendia quem Lynn era e porque se comportava daquela maneira.
‘Lynn,’ Disse ela.
Lynn olhou pra ela, secou suas lágrimas olhando para a outra direção. ‘Desculpa Dona Stafford, eu já vou embora.’
‘Não querida, não vá embora ainda. Vamos conversar um pouco.’
‘Eu não tenho nada pra dizer pra senhora nesse momento...’
‘Tudo bem, você não precisa falar nada... eu só queria pedir desculpas...’ Seus olhos começaram a encher de lágrimas e as suas palavras a vacilar... ‘Eu só te julguei todos esses anos, coisa que você nunca mereceu’. Ela olhou pra baixo, era muito difícil falar tudo que ela tinha dentro de si. ‘Desde que você foi embora, a minha família foi dilacerada e embora eu tenha tentado compensar por tudo que tem lhes faltado, eu não fui e creio que nunca serei capaz de fazê-lo...’
Lynn a olhou nos olhos e pela primeira vez, sentiu uma conexão com sua sogra. ‘Oh Dona Stafford, eu... eu lhe dei todos os motivos pra me julgar. Eu fui uma péssima mãe e esposa.’
‘Não Lynn... se você tivesse sido, a minha família ficaria mais feliz por você ter ido embora... mas não, eles têm estado extremamente infelizes desde que você se foi. Uma boa esposa e mãe é aquela que se faz indispensável à sua família.’ Aproximando-se dela, Donna Stafford pegou suas mãos e a levantou.
As duas se abraçaram bem apertado e choraram. Pela primeira vez em sua vida, Lynn se sentiu chegada a alguém e pra sua surpresa, não foi seu próprio marido ou filha, mas a pessoa que a desprezou desde a primeira vez que se encontraram. A mãe de Carl sempre mostrou tanta perfeição, que ela sempre se sentiu inferior. Que bom ser capaz de ver a verdadeira Dona Stafford e sentir seus braços à sua volta, como se finalmente ele tivesse encontrado a sua própria mãe.
‘Me perdoe Dona Stafford.’
‘Oh minha querida, por favor me chame de mãe.’
‘Mãe, me perdoa’.

Revoltada

Recentemente nós temos ouvido e falado muito sobre revolta em nossa igreja.  Se não você não estiver revoltada contra o problema e fizer algo a respeito, ele nunca será solucionado. Infelizmente muitos de nós somente ficam com raiva do problema, mas não fazem nada para resolvê-lo, ao invés disso,  gostamos de reclamar e receber a simpatia das pessoas.
Quando eu olho para algumas mulheres da Bíblia que receberam um milagre em suas vidas, eu vejo revolta, mesmo que de início tudo o que eu consigo ver é um erro cometido.
Sara ficou cansada de esperar ser capaz de dar um filho a Abraão e ao invés de aceitar a vida do jeito que estava, ela pegou a sua ‘melhor’ serva (é o que ela pensava na época) Agar e a deu para que seu marido dormisse com ela e tivesse filhos para os dois. Claro que naquele tempo, os homens tinham várias mulheres, mas Abraão não era como os outros homens... Abraão foi fiel a Sara a vida toda, apesar do fato de que ela era estéril. Agora, eu te pergunto, que tipo de esposa, que é casada com um homem fiel desse jeito, daria uma outra mulher para que ele tivesse um filho com ela?
Um esposa revoltada.
Rebeca tinha dentro de si a certeza de que Jacó, seu filho mais novo(mais novo só em segundos), era o escolhido de Deus mas seu marido Isaque não achava o mesmo e queria abençoar seu filho mais velho Esaú, que parecia mais corajoso para ser o cabeça da família depois que ele morresse. Rebeca viu o grande erro que estava pra ser cometido e ao invés de encher a paciência de Isaque por causa disso, ela o enganou fazendo-o acreditar que Jacó era Esaú, e assim ele abençoou o filho errado. Que tipo de esposa amável faria isso com o seu marido que estava prestes a morrer?
Uma esposa e mãe revoltada.
Joquebede acabara de ter um filhinho lindo chamado Moisés e ouviu que os Egípcios estavam matando todos os bebês. Ela decidiu que seu filho iria viver custasse o que custasse, mesmo que ela tivesse que o colocar dentro de uma cesta e o jogar no rio. Se ele morresse, não seria pelas mãos dos Egípcios. Que tipo de mãe faria isso com seu próprio filho?
Uma mãe revoltada.
Todas essas mulheres fizeram  algo por estarem revoltadas e de início, parecia que estavam cometendo um erro terrível. Elas sofreram consequências horríveis. Mas por causa da fé que tinham em não aceitar seus problemas e fazer algo a respeito deles, Deus as honrou.
Sara teve seu próprio filho, Isaque, mesmo depois de velha.
O filho mais novo de Rebeca, Jacó, foi o escolhido de Deus e precisava sim  da bênção de seu pai para vir a se tornar Israel.
O filho de Joquebede, Moisés, sobreviveu e cresceu pra libertar os Israelitas da escravidão no Egito.

Revoltada II

‘Eu estou revoltada, eu quero ver Deus na minha vida’ me disse uma moça na igreja há umas semanas atrás. Ela me disse que não agüentava mais, que estava fazendo ‘todo’ o possível sem ver quase nenhum resultado. Eu conversei com ela um pouco, disse que ela tinha que pegar essa revolta e usar pra fazer algo pra mudar a sua situação. Ela aceitou o que eu disse e eu nunca a vi na igreja de novo.
Esse é o problema. As pessoas dizem que estão revoltadas o tempo todo, mas não estão revoltadas ao ponto de fazer alguma coisa sobre a sua raiva – ao invés disso, sua revolta só é boa pra reclamar. Elas geralmente pensam que estão fazendo tudo quando na verdade, ninguém pode dizer isso! No caso dessa moça, se ela realmente estivesse fazendo de tudo, porque ela largaria a sua fé em Deus? Se ela realmente tivesse entregado a sua vida pra Deus, ela ainda estaria lutando!
Ontem nós mencionamos algumas mulheres na Bíblia que cometeram erros terríveis por causa da sua revolta e ainda assim Deus as honrou. Não adianta de nada simplesmente ficarmos revoltadas, nós temos que usar a nossa fé de uma maneira sábia e fazer algo com ela. Se você só continuar a se sentir revoltada nunca verá resultados da sua fé porque fé não tem nada a ver com sentimentos!
Tamar foi uma outra mulher da Bíblia que ficou cansada com a sua situação e ao invés de desistir de ter filhos e pertencer ao descendentes de Judá, ela encontrou uma maneira de agir pela sua revolta. Ela era casada com um dos filhos de Judá, mas porque ele era mal, ele morreu cedo (à propósito – o mal e a desobediência aos pais encurtam a vida dos filhos). Como era de costume naquela época, se a viúva não tivesse filhos para cuidarem dela, o irmão mais velho do falecido marido tinha que se casar com ela e ter pelo menos um filho com ela. Então Tamar se casou com seu cunhado, que também era mal e ele morreu logo depois. À aquelas alturas, Tamar já era vista como a viúva negra na família e Judá não queria arriscar dar seu filho mais novo para que se casasse com ela, então ele a mandou de volta para a casa de seus pais com uma promessa falsa de que um dia, seu filho mais novo se casaria com ela.
Anos se passaram, o filho de Judá cresceu e a esposa de Judá morreu, mas Tamar ainda esperava pela falsa promessa de Judá. Então um dia, ela decidiu parar de esperar e fazer algo sobre aquela promessa. Ela se cobriu com vestes de prostituta e apareceu no caminho de Judá quando ele estava em uma de suas viagens. Ele não sabia que era ela, então dormiu com ela e como não tinha dinheiro para pagá-la, ela pediu que ele deixasse alguns de seus pertences como depósito até que ele pagasse. Mas quando os servos de Judá foram pagar, ela já não estava mais lá.
A notícia da gravidez de Tamar rapidamente chegou aos ouvidos de Judá e ele ficou furioso com ela por ter sido infiel ao nome de sua família; ele queria matá-la. Mas quando ela apareceu mostrando seus pertences, ele voltou a si e a aceitou de volta em sua família. Então no final Tamar conseguiu o que queria, ela entrou para a linhagem de Jesus.
Que tipo de mulher se vestiria como uma prostituta para alcançar o que era seu de direito?
Uma mulher revoltada. 

Talvez você não creia de verdade


Eu tenho lido sobre Gideão esses últimos dias e quanto mais eu leio, mais eu fico revoltada pois a sua história representa a história do povo de Deus hoje .
Olha só, quando o pai de Gideão contou as histórias sobre o Deus de seus pais, Gideão acreditou, ele não questionou nem mesmo ficou se perguntando se eram só histórias do passado. Ele creu de tal forma que quando as coisas não estavam de acordo com as promessas que Deus tinha feito ao seu povo, ele ficou revoltado. Uma pessoa só fica assim quando realmente sente a injustiça.
Eu ouço um monte de gente dizer ‘eu não aceito isso’ mas com suas atitudes elas estão dizendo ‘tudo bem, eu consigo aguentar mais um pouquinho.’ E dizem isso porque têm medo de crer e acabar se decepcionando ao esperar por algo que talvez nunca aconteça. Mal sabem elas que é esse medo que as afastam de Deus.
O pai de Gideão foi quem falou de Deus pra ele e mesmo assim, olha como era a sua vida. Ele ergueu um altar a Baal dentro da sua própria casa! Ele representa muitos Cristãos hoje em dia. Eles falam para os filhos devem irem à igreja, serem bons, crerem em Deus e isso e aquilo mas suas vidas mostram completamente o oposto da sua fé.
Mas Gideão creu naquelas histórias de todo coração e é por isso que ele não aceitou a vida miserável que estava vivendo. Quando você realmente crê nas promessas de Deus, você não aceita menos do que lhe foi prometido. Se você ainda está confortável com os problemas, desculpa mas você não acredita em Deus de verdade.

Ignore

Eu amo sentar em frente na igreja. Eu me sinto mais perto do Altar, mais consciente do porque eu estou ali, como se eu pudesse ouvir a Deus mais atentamente ali. Domingo passado, eu me sentei em frente como sempre e quando o pastor (meu marido) falou sobre os ladrões na cruz ao lado do Senhor Jesus, Deus também falou comigo.
Eu nunca tinha pensado na maneira como o Senhor Jesus lidou com as pessoas que O criticavam. Certamente eu sabia sobre as muitas blasfêmias que Ele tinha e tem que agüentar, mas eu fiquei surpresa ao ver Sua reação à todas elas e nessa história ficou bem claro pra mim. Deus completamente as ignora.
Quando o ladrão à sua direita pediu para que o Senhor Jesus lembrasse dele no Paraíso, Ele respondeu imediatamente, mostrando a sua reação instantânea aqueles que usam a sua fé Nele. Mas quando o outro ladrão O censurou por não salvar a Si mesmo, o Senhor Jesus o ignorou completamente. Ele nem se quer tentou fazê-lo entender... o ladrão ficou falando sozinho.
Não é assim que Deus lida com esse tipo de pessoa? Ele ignora cem por cento o que elas falam.
Quantos de nós consegue fazer isso? Assim que somos criticados, mal interpretados ou levamos um fora, nós sentimos aquela necessidade de nos justificarmos. A nossa natureza humana se sente obrigada a responder, quando na verdade, o que está fazendo é se entregar ao descrédito.
O Senhor Jesus sabia Quem Ele era, Ele não precisava se defender ou provar a Si mesmo pra ninguém, não importa quanto tentador era fazê-lo. Aquele ladrão tinha razões pra estar ali na cruz e ele sabia que o Senhor Jesus não. Pra que dar idéia ao mal que ele carregava dentro de si?
Se nós sabemos quem somos diante de Deus , pra que justificarmos a nós mesmos? Por que deveríamos tentar convencer as pessoas de que somos perfeitos quando não somos? Por que tentar explicar nossas razões e intenções para as pessoas que nem se quer se importam com elas?
Nós sempre teremos pessoas como esse ladrão no nosso meio, apontando o dedo, nos chamando por nomes, interpretando mal tudo o que dizemos e fazemos. Na verdade, essas pessoas geralmente são obcecados conosco. Pelo menos aqueles que atacam à mim e  à minha família são... é até engraçado como eles estão sempre lendo nosso blogs, visitando nossos sites, assistindo aos nossos vídeos e tudo o que fazemos – como se eles nos odiassem mas ao mesmo tempo não conseguissem se distanciar! Coitados...
O melhor que podemos fazer por eles é o que o Senhor Jesus fez. Ignorar.

Amor em Ruínas - Ela fica, ele vai embora


Sua cabeça estava a mil, Carl estava sentindo a dor, o tipo de dor que nunca havia sentido antes. Ele não conseguia entender, não fazia nenhum sentido, ele achou que já tinha conseguido esquecer dos seus sentimentos por Lynn, mas esse... esse estado emocional onde se encontrava estava provando o contrário. Ele precisava de ar.
‘Onde você vai meu filho?’ Perguntou seu pai quando o viu caminhando em direção à porta de casa.
‘Me deixa em paz, pai.’ E então ele se foi, sem dizer uma palavra. Ele odiava tratar seu pai assim mas não teve escolha, ele precisava sair daquela casa antes que algo pior acontecesse.
O telefone tocou algumas vezes, fazendo com que desejasse tê-lo esquecido em casa. Olhando, ele viu o nome da Ana e pensou que talvez era hora de partir pra outra de verdade.
‘Oi Anna.’
‘Carl, eu me sinto horrível pela maneira como eu agi hoje...’
‘Tudo bem... olha, você gostaria de sair pra almoçar comigo?’
‘Eu adoraria Carl, no mesmo lugar de sempre?’
‘Sim, eu te vejo lá em 30 minutos.’
Ao abrir a porta de casa, ele vê Lynn sentada na sala com a Lizzy e seus pais.  A raiva tomou conta de seu coração mas ele engoliu tudo e subiu para seu quarto sem falar uma palavra.
‘Carl, a gente pode conversar?’ Dona Stafford perguntou.
‘Não mãe, eu estou de saída, até mais tarde.’ E assim, Carl fechou a porta do quarto e se arrumou pra sair, quanto mais cedo melhor. Ele não suportava olhar pra Lynn.
Ele desceu as escadas sem sequer olhar para os lados, foi direto para a porta da garagem e saiu. Os pais dele olharam para Lynn e ela começou a chorar.
‘Vai ficar tudo bem minha querida, ele só está chateado.’ Disse a Dona Stafford.
Ela precisava contar pra eles o que havia contado para o Carl para que assim pudessem entender, mas ela não podia. Já tinha sido doloroso demais contar para o Carl, seus pais não precisavam saber , não precisavam sofrer.
  
‘Eu acho que é melhor eu ir Dona Stafford’. Disse Lynn.
‘Não mamãe, por favor não vá. Fica com a gente! Lizzy a abraçou.
‘É Lynn , fica, essa é a sua casa’. Dona Stafford disse.
‘Eu gostaria mas não posso...’
‘Sim você pode Lynn, vamos até o hotel, a gente pega as suas coisas e você dorme aqui essa noite. Fica no quarto da Lyzzy.’ Ela implorou.
‘Dona Stafford, muito obrigada, as eu não acho que o Carl vai concordar com isso.’
‘Não se preocupa minha filha, o Carl ainda te ama demais pra não querer você de volta, pode ter certeza.’ Ela disse enquanto segurava a mão de Lynn.
‘Eu acho que a senhora está começando a me convencer’ Lynn sorriu.
As duas mulheres foram para a cozinha preparar o almoço. Lynn não conseguia acreditar mas ela sentia como se finalmente tivesse tomado uma boa decisão. Ela se sentiu bem com a mãe de Carl e talvez ela pudesse realmente ajudá-la a se tornar uma boa esposa para Carl.
As horas passaram e Lynn começou a se perguntar pra onde o Carl tinha ido. Já era quase 8 da noite e nem sinal dele. Ela queria ligar, mas a Dona Stafford já tinha tentado várias vezes e ele não tinha atendido. Lynn precisava pedir desculpas e estava determinada a fazê-lo assim que ele chegasse em casa.
Mal sabia ela que ele não voltaria pra casa aquela noite.

V de Virtuosa – Ela ajuda


Provérbios 31:20 – Abre a mão ao aflito; e ainda estende ao necessitado.

Ninguém tinha tirado tempo pra dizer a verdade pra ela, foi difícil no princípio, mas ela estava grata pela repreensão… estava grata pelo cuidado com que sua nova amiga mostrava.

O aflito e necessitado não são somente aqueles que você vê nos sinais de trânsito pedindo esmola. Eles estão por todo lado ao nosso redor, às vezes dentro de nossas próprias casas. Quantas pessoas fazem além do que podem para ajudar uma instituição de caridade e vítimas de desastres, mas não se importam em perceber a dor no olhar do seu colega de trabalho ou o olhar perdido nos olhos dos seus filhos? Bem ali na sua frente, tanto poderia ser feito, tanto poderia ser consertado…

A mulher-V entende isso. Ela está sempre procurando maneiras de ajudar alguém que precisa, independente de quem seja! Às vezes tudo que a pessoa precisa é um sorriso, outras vezes, uma palavra de ânimo, ou até mesmo uma bolsa de roupas. Se você tem essas coisas pra dar, porque ficar guardando?


Essa é a minha sogra Lilian. Eu devo ser a nora mais sortuda do mundo! Uma de suas muitas virtudes é ajudar. Ela pode estar ocupada, cansada ou até mesmo doente, mas sempre está disponível para ajudar.

A minha sogra raramente fica em casa, na verdade, nós já desistimos de ligar pra ela durante a semana! Todos os dias, depois de um dia duro de trabalho, ela vai à igreja para trabalhar nas reuniões da noite, orar e aconselhar as pessoas. Tendo às vezes que pegar ônibus pra chegar em casa quase à meia-noite.

Não importa quantas vezes pedíssemos que diminuísse o seu ritmo, não adianta. Ela faz ainda mais. É algo natural dela, ela simplesmente gosta de ajudar os outros… sim, ela estende a mão ao necessitado, não para receber reconhecimento, mas pela alegria de ajudar.

PS. Ela me ensinou a cozinhar os pratos favoritos do meu esposo em uma época quando era eu que precisava de ajuda.