domingo, 11 de setembro de 2011

Você é qualificada?





Olha só, veja se isso não te faz pensar...
Jacó enganou;
Pedro tinha um temperamento esquentado;
Davi matou e adulterou;
Noé bebia;
Jonas se escondeu de Deus;
Paulo matava inocentes cristãos;
Gideão era um revoltado;
Miriã falava pelas costas;
Marta era muito preocupada;
Maria Madalena era uma prostituta;
Tomé duvidava;
Sara era impaciente e não sabia esperar;
Moisés era gago;
Esaú era cabeludo;
Zaqueu era ladrão e baixinho;
Abraão era velho, e Lázaro... era morto!
Veja que interessante!
De início, parece que toda a negatividade está aí, mas sabe o que isso mostra?
Deus não chamou os qualificados, Ele os qualificou!
Amiga querida, Deus quer te usar grandemente, independente de suas falhas e defeitos, apenas permita que Ele te qualifique.
Uma decisão!
Foi tudo que eles precisaram e é tudo que VOCÊ precisa.
Coloque a aliança no dedo!

Cadê a aliança do coração?





— E aí, tudo bem? — pergunto.
— Ah, mais ou menos — ela responde.
Já vejo na resposta que ela precisa e quer desabafar. Vou perguntando, até que ela desabafa...
— Olha, eu recebo as coisas que eu quero, mas minha vida não muda. Eu vou à igreja, oro por minha família e por minha vida financeira, vejo resultados, mas ainda falta algo.
Acabei de chegar de uma reunião abençoada em uma de nossas igrejas e, ao fim, estava conversando com essa senhora e resolvi escrever sobre o episódio.
Enquanto ela falava, eu prestava atenção olhando para a aliança em meu dedo e foi quando as palavras me vieram:
- A senhora está vendo essa aliança? Sabe o que ela significa?
Ela me olhou espantada, deve ter pensado que eu era uma louca, pois não tinha nada a ver com o assunto, mas agora toda sua atenção era minha.
Meu marido estava no altar aconselhando, eu apontei para ele e disse:
— Quando me casei com ele, eu me comprometi a cuidar dele, ser fiel, ser companheira, fazê-lo feliz e amá-lo de todo coração.
Retirei a aliança do meu dedo e coloquei no dedo dela. Ela me olhou sem entender.
— É essa aliança que está faltando na sua vida, amiga. Não um compromisso com seu esposo, mas um compromisso com Deus. Você deve vir à igreja buscar o Abençoador, que é muito mais importante do que as bênçãos — falei calmamente.
— Case-se com Ele e comprometa-se a cuidar para que o Espírito dEle esteja transbordando em você, seja fiel, seja companheira, faça-O feliz fazendo as vontades dEle e, acima de tudo, ame-O de todo seu coração.
Veja bem, se ao agir assim com meu marido, ele me retribui, imagine com Deus?!
Quis compartilhar isso, pois o erro de muitas pessoas é exatamente esse.
Cadê o compromisso? Cadê a aliança no dedo?

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Que tipo de olhos você tem?




Diga-me com quem andas e te direi quem és. Esse dito popular reflete uma realidade.
Com os olhos não é diferente. Por serem lâmpada da alma, eles carregam em si enorme responsabilidade na sua salvação.
Quantos "cristãos" têm nutrido maus sentimentos e pensamentos para com terceiros, por conta dos seus maus olhos?
Comentários nocivos e fatais muitas vezes têm lançado pessoas no inferno por conta da malícia dos olhos.
Se eles não fossem extremamente perigosos, o Senhor Jesus não os conectaria com a saúde do corpo.
E mais:

“Repara, pois, que a luz que há em ti não sejam trevas. Se, portanto, todo o teu corpo for luminoso, sem ter qualquer parte em trevas, será todo resplandecente como a candeia quando te ilumina em plena luz.”
Lucas 11.35-36

Muitos cristãos têm parte do corpo em luz e parte em trevas. É a razão porque muitos têm vivido a vida aquém daquela que deveriam. Vida de altos e baixos na fé e na conquista das promessas.
Avalie bem sua vida, leitor amigo.
Pois, quem sabe se a raiz do seu problema não tem sido essa?
Os olhos podem ser a causa da vida mesquinha e/ou um corpo doente.
Nem óculos e nem o melhor oculista poderão fazer um corpo luminoso, senão a prática dos ensinamentos do Senhor Jesus Cristo.

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Dizimista: John D. Rockefeller




O primeiro bilionário dos EUA disse uma vez numa entrevista:
“Sim, eu dou o dízimo, e gostaria de lhe contar como tudo começou.
Desde criança eu tive que começar a trabalhar para ajudar a minha mãe. Meu primeiro salário era 1,50 dólares por semana.
Depois da primeira semana de trabalho, cheguei em casa com 1,50. Minha mãe, colocando o dinheiro no seu colo, disse-me que ela ficaria muito feliz se eu desse a décima parte daquele dinheiro para o Senhor.
Eu o fiz e, a partir daquela semana, até hoje eu tenho dizimado cada dólar que Deus me confiou.
E eu quero dizer, se eu não tivesse dado o dízimo do primeiro dólar que eu ganhei eu não teria dado o dízimo do primeiro milhão de dólares que eu ganhei.
Diga aos seus leitores que ensinem as crianças a dar o dízimo, e eles vão crescer e ser administradores fiéis do Senhor.”
Ele começou a dar o dízimo ainda quando criança, e se tornou um dos homens mais ricos da história da humanidade através da indústria do petróleo. Ele veio de uma família pobre, e de um pai ausente. Mas a sua mãe o ensinou a lançar uma raiz de fidelidade que, ainda hoje, traz prosperidade para a família Rockefeller (a fortuna dele, em 1937, quando morreu, era de 760 bilhões de dólares. Ajustados para os dias de hoje, isso é mais que 12 vezes a fortuna de Bill Gates).

Ser fiel no pouco é uma prova de caráter. Antes de dar muito a alguém, você prova o caráter daquela pessoa observando o seu comportamento no pouco.

Assim como Deus deu o petróleo para Rockefeller, Ele quer dar fontes de riquezas para os seus filhos. Há muitos tesouros ainda a serem descobertos, ideias milionárias, oportunidades...
Mas, é claro, Deus os dará aos fiéis e diligentes.

O que me preocupa…




A seguinte cena aconteceu em um vôo da British Airways entre Johannesburgo (África do Sul) e Londres.
Uma mulher branca, de aproximadamente 50 anos, chegou ao seu lugar, na classe econômica, e viu que estava ao lado de um passageiro negro.
Visivelmente perturbada, chamou a comissária de bordo.
– Qual o problema, senhora? – perguntou a comissária.
– Não está vendo? – respondeu a senhora – vocês me colocaram ao lado de um negro. Não posso ficar aqui. Você precisa me dar outra cadeira.
– Por favor, acalme-se – disse a aeromoça – infelizmente, todos os lugares estão ocupados. Porém, vou ver se ainda temos algum disponível.
A comissária se afasta e volta alguns minutos depois.
– Senhora, como eu disse, não há nenhum outro lugar. Falei com o comandante e ele confirmou que não temos nenhum lugar livre na classe econômica. Temos apenas um lugar na primeira classe.
E antes que a mulher fizesse algum comentário, a comissária continua:
– Veja, é incomum que a nossa companhia permita a um passageiro da classe econômica assentar-se na primeira classe. Porém, tendo em vista as circunstâncias, o comandante acha que seria escandaloso obrigar um passageiro a viajar ao lado de uma pessoa desagradável.
E, dirigindo-se ao senhor negro, a comissária prosseguiu:
– Portanto, senhor, caso queira, por favor, pegue a sua bagagem de mão, pois reservamos para o senhor um lugar na primeira classe.
E todos os passageiros próximos, que, estupefatos, assistiam à cena, começaram a aplaudir, alguns de pé.
"O que me preocupa não é o grito dos maus.
É o silêncio dos bons."

domingo, 28 de agosto de 2011

Congresso V.V.V. – Em que Investir?




Perguntinha incômoda para muitas pessoas que já conseguiram se definir quanto ao que querem: “queremos ser cabeças e disso não abrimos mão, vamos ser patrões e nunca mais enriquecer ninguém, a não ser a nós próprios”.
A partir daí, começa uma batalha feroz.
Invisto no quê?
Gastronomia? Tecnologia de ponta? Construção civil? Confecção? Educação?
Ah! Meu Deus! O que faço da minha vida? Por onde vou?
Nesta busca desesperada pelo ramo certo, as pessoas travam de tal maneira, que acabam não atando nem desatando, nem subindo nem descendo, e saem do mercado de trabalho como elas entraram: com um drama, um sonho e com uma mão na frente e outra atrás.
Resultado deste conflito: abortam suas metas, desistem dos seus sonhos, voltam a ser escravas de outro alguém e acabam morrendo sem experimentar o bem. Deixando como herança para os seus, uma lista de fracassos e outra de dívidas, que parecem impagáveis.
E tudo isto pode acabar, quando elas se derem conta de que o maior investimento que alguém pode fazer é em si mesmo, pois, ela nunca vai estabelecer patrimônio maior do que ela mesma.
Quando e como isso acontece?
Quando ela coloca sua necessidade de um encontro com Deus, e de ser possuída pelo Espírito Santo, acima de qualquer especialidade ou formação, vejamos o texto abaixo:
“E o Espírito do Senhor se apoderará de ti, e profetizarás com eles, e tornar-te-ás um outro homem.” 1 Samuel 10.6
Portanto, invista certo: INVISTA EM VOCÊ!

Cair no “Espírito”




Olá,
Tendo em vista a quantidade de comentários e dúvidas acerca de uma "doutrina", onde pessoas que caem no chão dizem estar sendo "tomadas" pelo Espírito Santo, eu gostaria de compartilhar um fato que aconteceu em nossa Igreja na Austrália, que, ao meu modo de ver, esclarecerá muita gente e, principalmente, aos que usam o raciocínio.
Existe uma lei na Austrália, onde lugares privados que dão acesso ao público, compulsoriamente, precisam ser detentores de uma Apólice de Seguro.
Este seguro anual, chama-se "Liability Insurance".
Este seguro serve para dar cobertura, caso uma pessoa sofra algum acidente no local, como um dedo preso em uma porta, um escorregão, alguma estrutura do prédio que tenha causado danos à pessoa ou propriedades etc.
Nesta lei, as Igrejas também são obrigadas a terem este seguro.
Até aí, sem problemas, pois com prazer cumprimos a lei e, sendo assim, obtivemos a nossa Apólice de Seguro.
No entanto, aconteceu um fato inusitado. A nossa seguradora, que é uma das maiores da Austrália, através do corretor, insistiu em perguntar se a nossa Igreja incentivava as pessoas a "caírem pelo espírito", o que lá eles chamam de "slaying in the spirit".
Apontando para a ficha da seguradora, que temos que preencher com informações para o seguro, ele mostrou uma pergunta impressa que questionava se éramos praticantes da doutrina de "cair em espírito". Tínhamos que marcar um "x" no quadradinho do "sim" ou "não".
Achei estranha a pergunta dele, e antes que pudesse respondê-lo que não tínhamos esta crença, ele mesmo adiantou-se em dizer que existe um critério diferente de seguros para Igrejas que possuem esta doutrina.
Eu, claro, fiquei no mínimo curioso em saber como uma empresa de seguros sem vínculos religiosos, parecia conhecer o termo "cair no espírito" e ao mesmo tempo nos interrogava sobre o assunto.
Foi aí que ele disse que existem muitos "crentes" praticantes desta doutrina, e em seus cultos ao "caírem no espírito" quebram braços, pernas, ferem e machucam a cabeça, caem sobre as cadeiras e pessoas. E quando não machucam a si mesmos, caem sobre outras pessoas, afligindo-as com as mesmas consequências.
Ele foi mais longe, disse até que existem batalhas judiciais por danos causados às pessoas e por pessoas que "caíram no espírito".
Ele me perguntou se eu acreditava nesta doutrina. Eu, sem entrar no mérito religioso da questão, o respondi que não, pois a minha inteligência não concebia o fato de ver a minha esposa lavando e passando a minha roupa, com tanto carinho e sacrifício, para depois de vesti-la, ficar rolando e sujando pelo chão, destruindo todo o trabalho dela.
Depois de alguns risos, assinamos a apólice.
Ora, este é um exemplo típico de desgraça causada aos incautos, por desconhecerem o verdadeiro batismo do Espírito Santo.
O Espírito Santo não machuca as pessoas, mas cura as feridas!
O Espírito Santo não nos joga no chão, mas nos levanta!
O Espírito Santo não ensina religião, mas ensina toda a verdade!
O Espírito Santo não causa confusão, mas conserta e consola.
Deus abençoe o senhor.